Estação de Reaquecimento Químico (CRS)

À semelhança de outros conhecidos métodos de reaquecimento, a Estação de Reaquecimento Químico (CRS) da Danieli Corus converte a energia libertada através da reacção exotérmica da oxidação do alumínio. Contudo, através deste método, é introduzido oxigénio na sub-superfície do banho de aço.
Ao injectar o oxigénio diretamente na colher de fundição é eliminada a necessidade da existência de um refractor para processar a reação de oxidação, que é um equipamento dispendioso e muito volumoso.
Como resultado, o investimento de capital necessário para a montagem de uma Estação de Reaquecimento Químico (CRS) é mínimo devido à simplicidade do seu design, o que, por sua vez, é traduzido em menores custos operacionais e de manutenção.
Ao adoptar como passo intermédio entre o conversor e a fundição, a Estação de Reaquecimento Químico (CRS) tem a capacidade de:
• Modificar a composição química do aço através de alimentação ou do volume ou em linha de liga de ferro, de modo a precisar as especificacoes químicas do cliente;
• Ajustar a temperatura de aquecimento, de modo a maximizar a produção da oficina e, simultaneamente, obter as condições ideais para a fundição;
• Aumentar a qualidade final do aço através de incorporação de métodos de Aço Limpo, tal como sejam morfológicas com inclusões não metálicas e a enxaguadura de gases.